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Economia & Mercado

Arrecadação federal soma R$ 146,4 bi em agosto; Acumulado no ano chega a R$ 1,19 tri

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A Receita Federal informou nesta quinta-feira (23) que a arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais atingiu R$ 146,463 bilhões em agosto.

O resultado é recorde para meses de agosto, segundo a Receita. A série histórica do órgão, atualizada pela inflação, tem início em 1995. Com isso, o resultado representa a maior arrecadação para o mês em 27 anos.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação foi de R$ 136,556 bilhões (valor já corrigido pela inflação), houve aumento real de 7,25%.

A Receita Federal aponta que o resultado está relacionado com a melhora de indicadores econômicos, recolhimento atípico de impostos, além de uma redução nas compensações de tributos por empresas com crédito tributário.

O Fisco apontou, por exemplo, que no mês passado a produção industrial subiu 1,78% e, o setor de serviços, cresceu 17,8%.

Os recolhimentos atípicos somaram aproximadamente R$ 5 bilhões. Já as compensações, que em julho totalizaram R$ 19,718 bilhões, recuaram para R$ 13,509 bilhões no mês passado.

Apesar do crescimento registrado em agosto deste ano, os números da Receita Federal mostram que a arrecadação vem registrando desaceleração nos últimos meses. Em julho, por exemplo, o crescimento havia sido bem maior: de 35,47%.

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Parcial do ano 

Nos oito primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 1,199 trilhão.

Em valores corrigidos pela inflação, totalizou R$ 1,232 trilhão (novo recorde), o que representa alta real de 23,53% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 997,785 bilhões).

Segundo a Receita, a alta da arrecadação neste ano pode ser explicada, principalmente, pelos fatores não recorrentes, como recolhimentos extraordinários de 29 bilhões do IRPJ/CSLL na parcial deste ano, contra R$ 2,8 bilhões no mesmo período do ano anterior.

O aumento da arrecadação também aconteceu apesar das compensações feitas pelas empresas em seu pagamento de tributos terem avançado 30% nos oito primeiros meses deste ano, para R$ 136,566 bilhões, contra R$ 104,985 bilhões no mesmo período do ano passado.

(Sefaz-MT, com Agência Brasil)

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Segundo Fecomércio, décimo terceiro injetará R$ 2 bilhões na economia de Mato Grosso

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Um volume de recursos significativo – cerca de R$ 2 bilhões – circulará pela economia mato-grossense por conta do 13º salário. É o que prevê a Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT).

A entidade tem uma projeção positiva para este ano e destaca que o avanço da vacinação proporcionou a retomada da economia, quadro que permite uma estimativa de que mais de R$ 2 bilhões serão injetados na economia de Mato Grosso com o pagamento do décimo terceiro.

Estudo

Um estudo prévio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá identificou que ao receber a primeira parcela do décimo terceiro as pessoas vão priorizar o pagamento das dívidas, outros vão preferir pagar conta e economizar o dinheiro extra.

Pagar dívidas – 32,2%; Fazer novas compras – 23,8%; Economizar 21,7%

“Quem tiver dívida, o ideal é renegociar e pagar esses valores. As pessoas pagando suas dívidas diminuirá a inadimplência e os juros do crédito também devem cair, uma vez que a inadimplência é um dos principais fatores que elevam a taxa de juros”, disse o economista Emanuel Dalbian.

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O levantamento da CDL mostra ainda que a última parcela do décimo terceiro, que costuma sair perto do Natal, será usada pela maioria dos entrevistados para comprar presentes. Mas, é preciso ficar atento com as tentações.

Segundo o economista, a dica é fazer cálculos e ficar de olho nos juros cobrados pelo cartão de crédito.

(Com informações de G1)

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