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Após impacto da pandemia, Feira do Produtor do Centro retoma fôlego para gerar emprego, renda e tributos

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Oferta de produtos de qualidade, preços competitivos, geração de emprego e renda, fomento à economia local. Quando o consumidor de Tangará da Serra vai à Feira do Produtor do Centro adquirir alimentos para o seu cotidiano, ele aciona o mecanismo de um arranjo produtivo local que faz girar cerca de R$ 27 milhões/ano no município.

O dinheiro pago pela alface, pelo frango caipira, pelo leite de vaca, pelo peixe de tanque, do lanche consumido na praça de alimentação, do uso do pula-pula/tobogã, circula pelo comércio em geral, na aquisição de sementes e insumos, de ração animal, de máquinas e equipamentos, na faculdade do filho do feirante, no pagamento por serviços especializados… Enfim, a Feira do Produtor do Centro é uma importante engrenagem que, ao ser movimentada nas quartas-feiras e aos domingos, promove negócios e alimenta a máquina pública com tributos gerados direta e indiretamente.

Emprego e renda

Inaugurada em 2003, a Feira do Produtor do Centro reúne, atualmente, 290 feirantes de todas as localidades do interior e, também, da cidade, para comercialização de hortifrutis, temperos, conservas, carnes e embutidos, peixes, leite e derivados, pães e doces, artesanato. Uma ampla praça de alimentação é uma tradição desde os primórdios desse arranjo de negócio.

Feira é uma engrenagem que, ao ser movimentada nas quartas-feiras e aos domingos, promove negócios e alimenta a máquina pública com tributos gerados direta e indiretamente.

Segundo o presidente da Associação dos Feirantes de Tangará da Serra (Asfet), Valdeci Ferraz Aquino, o forte do movimento da Feira do Produtor do Centro é aos domingos, com movimentação menor nas quartas-feiras. Ao final do mês, o faturamento soma entre R$ 2,2 milhões e R$ 2,3 milhões. “Cada um dos feirantes que atua da Feira do Produtor do Centro representa, na prática, um posto de trabalho”, diz Aquino, observando que, nestes postos, há potencial de geração de empregos indiretos com a contratação eventual de auxiliares e serviços em geral.

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O giro econômico proporcionado pela Feira do Produtor do Centro resulta, ainda, em oito empregos diretos (administração, segurança e serviços gerais), além da contratação de serviços de manutenção da estrutura física, de comunicação, entretenimento, entre outros.

Oportunidade

Valdeci, líder dos feirantes: “Cada um dos feirantes que atua da Feira do Produtor do Centro representa, na prática, um posto de trabalho”.

A pandemia teve impacto significativo na Feira do Produtor do Centro, provocando evasão de feirantes e, por consequência, vacância de boxes.

A reocupação destes espaços vem ocorrendo de forma gradual e a Asfet registra procura pelos boxes. “Temos alguns espaços vagos, mas eles vêm sendo novamente preenchidos. A Feira foi um dos setores mais afetados pela pandemia. Ficamos semanas sem poder trabalhar, mas a recuperação está acontecendo. A agricultura familiar reagiu muito bem”, diz Valdeci Ferraz Aquino.

A Asfet, vale salientar, é a entidade mantenedora da Feira do Produtor do Centro e tem sua sede no escritório administrativo do complexo, junto às esquinas das ruas 26 com Antônio Hortolani.

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Os interessados nos boxes vagos devem procurar o escritório administrativo da Feira do Produtor do Centro (Asfet), nas quartas e domingos, para buscar maiores informações e apresentar suas propostas. Contato via telefone/WhatsApp pelo número (65) 9 9603-5900.

(Feira de domingo: Assista ao vídeo a seguir)

(Por: Assessoria Especial)

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Centro de Eventos: Ajustes no projeto e divergência forçaram paralização; Obras prosseguem

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A paralisação verificada esta semana nas obras do Centro de Eventos, em Tangará da Serra, foram motivadas por ajustes no projeto e divergência funcional. Uma equipe de técnicos, com um engenheiro, esteve ontem na cidade para regularizar as duas situações e dar prosseguimento às obras.

Segundo o secretário municipal de Turismo, Wellington Rondon, a equipe informou que a cobertura será toda pré-moldada, com fabricação das estruturas em Cuiabá. “Houve ajustes no projeto e começaram a fabricação”, disse o secretário, conforme as informações que recebeu.

Equipe da empreiteira responsável pelas obras avalia adequações no projeto do Centro de Eventos (Foto: SEDEC/SEADTUR).

Outro problema que forçou a paralisação temporária das obras – segundo informações repassadas pelo secretário de Indústria e Comércio do município, Silvio Sommavilla – diz respeito a divergências funcionais com um colaborador, que acabou sendo substituído pela empreiteira.

Obra

O Centro de Eventos de Tangará da Serra está sendo construído pelo Governo do Estado de Mato Grosso, através da SEDEC/SEADTUR, com recursos do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Turismo (PRODESTUR), via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Novela

Com projeto concebido e aprovado em 2012 e obras iniciadas em 2016, o Centro de Eventos de Tangará da Serra teve suas obras paralisadas por diversas vezes, seja por ineficiência e atrasos nos repasses do governo à empresa responsável, seja por problemas técnicos das empreiteiras.

Desta vez, a paralisação foi motivada por necessidade de ajustes no projeto, mas terão continuidade.

Estrutura

O Centro de Eventos representará uma nova fase para Tangará e região no turismo de negócios. Os grandes eventos voltados a qualquer setor (agropecuária, indústria, tecnologia, serviços, educação, meio ambiente, etc.) proporcionarão fluxos importantes de visitação aos pontos turísticos existentes no município.

Com uma área física projetada de 3,8 mil metros quadrados e capacidade para comportar até oito eventos simultâneos, o Centro de Eventos terá estrutura interna com ilhas de WC, cozinha, varanda de serviços, depósitos, dependência administrativa, área para carga e descarga e espaço para câmara fria. Haverá, também, uma área externa de 9 mil metros quadrados para eventos como o Carnaval e outros de grande porte. O estacionamento contará com cerca de 450 vagas.

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A gestão do espaço e a captação de eventos deverá ser de responsabilidade um ‘convention bureau’, espécie de autarquia formada por representantes do trade turístico e do poder público.

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