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Anvisa alerta que testes de covid não detectam anticorpo, nem eficácia das vacinas

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A Anvisa divulgou esta semana um alerta reforçando que testes de covid -19 não comprovam a proteção da vacina. A Agência lembra que estes testes não devem ser usados para medir o nível de proteção contra o coronavírus após as pessoas se vacinarem.

O alerta da Anvisa informa que os testes de identificação da covid-19 registrados no país, vendidos até em farmácia, não tem a finalidade de indicar se a pessoa está protegida do vírus. Só confirma se a pessoa foi infectada ou não. Segundo a agência, esses testes não verificam o nível de proteção que cada pessoa tem contra a doença.

A Anvisa reforça que nenhum teste que detecta a presença de anticorpo (seja neutralizante, IGM, IGG ou outro) dão a garantia de imunidade e nem atestam qualquer nível de proteção contra a covid.

O professor da Universidade de Brasília, Wender Silva diz que, como estes testes não identificam a presença da proteína do coronavírus que a vacina combate, não conseguem medir a eficácia dos imunizantes. O professor Wender Silva reforça que, uma vez aprovadas, não é necessário se preocupar se as vacinas são eficazes e seguras.

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A Anvisa ainda alerta que não existe, até o momento, estudos indicam a quantidade de anticorpos neutralizantes necessária para garantir a proteção contra a covid-19. Esses anticorpos são os que evitam a entrada e multiplicação do coronavírus. E que também é preciso desenvolver outras pesquisas científicas para avaliar qual o grau de proteção é necessário contra a doença.

Para a Agência, ainda é preciso adotar as medidas preventivas contra o coronavírus, com uso de máscaras, higienização das mãos e o distanciamento social, mesmo após a vacinação.

(Agência Brasil)

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Município projeta sistema de adução do Sepotuba e ETA ampliada operando já em 2022

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A adução de água do rio Sepotuba e a ampliação da capacidade da Estação de Tratamento de Água (ETA) de Tangará da Serra representarão investimentos de cerca de R$ 31 milhões, com os dois sistemas funcionamento já em 2022.

Segundo o diretor do Samae, Heliton Luiz Oliveira, o sistema de adução do Sepotuba terá seu projeto básico concluído na próxima semana. “Com o projeto concluído, vamos licitar a tubulação e o sistema de captação”, disse, acrescentando que o valor final do investimento ficará na casa dos R$ 22 milhões, com recursos já assegurados, oriundos de superávit do próprio município.

Rio Sepotuba será fundamental para segurança hídrica de Tangará da Serra.

A previsão é que o certame licitatório seja concluído em outubro, com as obras sendo executadas num período de cinco meses. Assim, em tese, o sistema de captação e adução do Sepotuba – considerada principal solução para a segurança hídrica da cidade – estará pronto para operar em março do ano que vem.

Capacidade de tratamento

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Se o sistema Sepotuba é crucial para garantir a segurança hídrica em Tangará da Serra, a ampliação da capacidade de tratamento é fundamental para atender a demanda por água tratada.

A Estação de Tratamento de Água (ETA Queima Pé) opera no limite da sua capacidade – 300 litros/segundo de água tratada – para atendimento da demanda atual da cidade.

Para fazer frente ao crescente consumo da população de Tangará da Serra, a solução encontrada pelo Samae é a aquisição de uma ETA modular de aço carbono, orçada em R$ 9 milhões, para atuar conjuntamente com a estrutura atual.

ETA modular é de rápida instalação e estaria pronta para operar em poucos meses.

Segundo Heliton de Oliveira, a ETA modular seria de rápida instalação e estaria pronta para operar em poucos meses, ainda em 2022, ampliando em 375 litros/segundo a oferta de água tratada na cidade. O município passaria, então, dos atuais 300 litros/segundo para quase 700 litros/segundo de capacidade de tratamento de água. “Teríamos fôlego para atendermos praticamente uma população de 200 mil habitantes nos próximos anos”, projetou o diretor da autarquia.

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Os recursos para aquisição da ETA modular terão origem em emenda parlamentar de bancada de R$ 16 milhões – prometida ainda em 2019 pelos deputados de Mato Grosso na Câmara Federal. Parte do valor da emenda – R$ 7 milhões – já está empenhada, segundo declarou o deputado federal Neri Geller (PP), em janeiro desse ano, em Tangará da Serra, durante encontro oficial com o prefeito Vander Masson (PSDB) e a direção do Samae.

O valor restante para aquisição da estrutura em aço carbono – R$ 2 milhões – será complementado pelo próprio Samae. (Abaixo, link da matéria sobre o empenho da emenda de R$ 7 milhões)

Tangará da Serra: Deputados asseguram emendas e convênio para ETA e Aeroporto

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