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Antiga deficiência no interior, serviço de inspeção sanitária poderá ocorrer via consórcio

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A atuação do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Alto do Rio Paraguai será fundamental para a regularização de uma atividade tradicional nos municípios: o abate de animais e produção e comercialização de seus derivados.

O serviço de inspeção sanitária inexiste na grande maioria dos municípios, em especial os de menor porte, representando uma demanda reprimida.

Na manhã do último sábado (30), em Tangará da Serra, o secretário estadual de Agricultura Familiar, Silvano Amaral (foto), abordou a questão durante reunião do consórcio, no auditório da Acits, em que 13 municípios da região foram representados

O serviço de inspeção sanitária foi mencionado como uma das prioridades na atuação do consórcio. Com este serviço ativo para atender o abate e produção e comercialização de produtos de origem animal – como cortes, embutidos e produtos lácteos – a agricultura familiar terá uma alternativa extra, ganhando impulso de forma legalizada e organizada, proporcionando melhorias e criando condições para novas vocações econômicas, além de gerar emprego e renda.

Hoje, a realidade é bem diferente. De acordo com Silvano, a inspeção sanitária para abate de animais e produção e comercialização de seus derivados fica prejudicada nos municípios menores em razão do alto custo, levando o segmento à clandestinidade. Para viabilizar a inspeção, os municípios precisam manter uma estrutura mínima e pagar um médico veterinário de acordo com a tabela da categoria. “Pelo consórcio, uma equipe, com veterinário, pode atender vários municípios. Isso representaria um avanço e custos bem menores”, disse.

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Além da inspeção sanitária, a reunião do último sábado institui como outra pauta do consórcio o serviço de licenciamento ambiental para atividades de baixo impacto. Esta é outra demanda dos municípios menores, que não contam com estrutura própria para tais licenciamentos.

Agricultura Familiar

Segundo dados da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), Mato Grosso possui mais de 130 mil famílias de pequenos produtores, cada uma com sua característica própria e aptidão para diferentes atividades. Independente da região, os produtores enfrentam problemas históricos no estado, como a já mencionada falta de estruturas públicas para inspeção sanitária e licenciamento, ausência de regularização fundiária e ambiental, a falta de equipamentos para a mecanização das áreas, insumos e assistência técnica.

Por outro lado, o estado dispõe do Serviço de Inspeção Sanitária de Produtos de Origem Animal (SISE). Criado através da Lei Estadual nº 6.338 de 03/12/93, o SISE atua em estabelecimentos que realizam o comércio de seus produtos dentro do Estado de Mato Grosso, além da fiscalização do trânsito destes.

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Feira do Centro oferece fruto da América para sucos, doces e pratos com peixes e carnes

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As frutas estão entre os itens mais comercializados na Feira do Produtor do Centro. Nesta época do ano, uma fruta da época se destaca pela qualidade e visual notável: o maracujá.

Oferecido fartamente no setor de hortifrutis do mercado público de Tangará da Serra, o maracujá é alternativa de renda na agricultura familiar a partir de um manejo especializado para manter o bom padrão.

O fruto é natural da América e pode ser encontrado, nativo, em matas desde o Rio Grande do Sul até o norte do Brasil. Também é comum em toda a América Central e na Flórida, já nos Estados Unidos.

Oferecido fartamente no setor de hortifrutis do mercado público de Tangará da Serra, o maracujá é alternativa de renda na agricultura familiar.

Além de saborosa, a fruta rende inúmeros benefícios à saúde humana, sendo importante para fortalecer o sistema imunológico, controlar a glicose no sangue e, também, no combate ao estresse e à ansiedade.

De acordo com o presidente da Associação dos Feirantes (Asfet), Valdeci Ferraz Aquino, o maracujá ofertado na Feira se destaca pela qualidade e preço atrativo. “A qualidade do maracujá oferecido pelos nossos feirantes sempre chama atenção do consumidor e isso ajuda a manter uma grande movimentação na Feira do Centro às quartas e aos domingos”, observa.

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Maracujá na culinária

O maracujá pode ser consumido ao natural ou na forma de sucos. Mas o fruto incrementa a culinária brasileira como um ingrediente de classe. O maracujá rende sorvetes, musses, bolos, tortas e vários tipos de doces.

Mas também é utilizado com sucesso e requinte em pratos salgados à base de peixes e carnes vermelhas e de frango.

Para ver 48 receitas com maracujá, acesse o seguinte link a seguir clicando nos trechos sublinhados em vermelho: https://www.receiteria.com.br/receitas-com-maracuja/

Atendimento

Neste domingo, mais um a vez a Feira estará de portas abertas a partir das 06h00, até o meio-dia. Além do maracujá e outras frutas, os consumidores terão à sua disposição uma grande variedade de hortaliças, carnes e embutidos, leite natural e seus derivados, produtos coloniais, doces, temperos, além da tradicional praça de alimentação.

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