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“Ainda não Acabou!”: CDL reforça campanha de prevenção da Covid-19 no Comércio

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Buscando reforçar a consciência preventiva contra a propagação do novo coronavírus, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Tangará da Serra lança nesta sexta-feira (28) a campanha “Ainda não acabou! Proteja-se”.

A campanha reforça a mensagem “Proteja-se”, de 2020. Nesta nova versão da campanha, a CDL ressalta o atual estágio da pandemia, que deixa o município classificado como de risco muito alto de contaminação, aumento dos casos ativos e das internações que lotam leitos hospitalares, além das fatalidades ocasionadas pela Covid-19.

Embora priorize as empresas associadas, a campanha se estende à população, assim como no ano passado, porém com uma mensagem mais incisiva junto às empresas associadas.

A mensagem “Ainda Não Acabou! Proteja-se” é clara ao pregar conscientização pela prevenção, pelo uso de máscaras e observância dos cuidados sanitários, com higienização, distanciamento e o necessário resguardo. O objetivo é reforçar junto aos estabelecimentos, ao público consumidor e a todos os cidadãos que a pandemia ainda segue ameaçadora e que está longe de acabar.

As ações junto às empresas associadas contam com as presenças do presidente da entidade, Alessandro Rodrigues Chaves, e da equipe da CDL, incluindo distribuição de cartazes e a figura do ‘Cedelinho’, mascote da entidade. “Estaremos nos estabelecimentos associados em todos os bairros da cidade, reforçando estas orientações e buscando conscientizar que todos devem observar as regras à risca, evitar aglomerações e seguir todos os protocolos de prevenção”, disse Alessandro Rodrigues Chaves.

Presidente da CDL, Alessandro Rodrigues Chaves: “Precisamos fazer a nossa parte”

Alessandro enaltece o engajamento da classe empresarial com as medidas preventivas desde o início da pandemia. Em todas as empresas há exigência do uso de máscaras para ingresso e permanência nos estabelecimentos, do álcool gel e da prática de lavar as mãos com frequência. “A responsabilidade é de cada um de nós, pois é a nossa saúde que está em jogo. A participação de todo o Comércio – que é por onde circulam muitas pessoas durante o dia inteiro – é essencial na luta contra a pandemia”, disse.

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O presidente da CDL ressalta a urgência em intensificar os cuidados, já que, caso os índices da pandemia não baixarem, o poder público decretará lockdown no município. “Por isso, temos que fazer a nossa parte para ajudar a diminuir os casos e evitar o lockdown, que, se acontecer, será muito danoso à nossa economia e aos nossos empregos”, finalizou o presidente da CDL.

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Caldo de cana na Feira do Centro, um brinde à história e à geração de emprego e renda

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Amanhã, quarta-feira, é mais um dia de Feira. Em Tangará da Serra, a Feira do Produtor do Centro nos brinda todas as semanas com bebidas produzidas a partir de itens que fazem parte da História do Brasil e continuam movimentando a economia, gerando empregos e estrelando grandes negócios internacionais.

E, em se tratando de bebidas, o Brasil é um dos países com uma das maiores variedades no mundo.

É claro que quando se fala em tradição em bebidas, logo nos vem à mente o café, histórica commodity que forma uma cadeia econômica de grande peso na balança comercial do país. Lembram do “Ciclo do Café”, conteúdo que invariavelmente caía nas provas de História do Brasil e que registrou em nossas mentes o protagonismo do produto por treze décadas na atividade econômica nacional, entre os anos de 1800 e 1930?

Mas e o que falar da cana-de-açúcar? Esta gramínea (acreditem) nativa da Nova Guiné, na Oceania, chegou ao Brasil trazida pelos portugueses em no ano de 1520 e logo se transformou numa força econômica do então Brasil Colônia, sucedendo ao ciclo do pau-brasil.

Caldo na Feira

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A cana-de-açúcar – ou melhor, o caldo de cana – é uma das atrações da Feira do Produtor do Centro. No box 87-C, os feirantes Elizeu e Elivânia Grinivald servem um generoso caldo de cana, no copo, para beber na hora, ou em garrafas pet, para levar para casa.

Benéfico à saúde humana, o caldo de cana é muito útil na prevenção e tratamento da dor de garganta, resfriado e gripe. Sua natureza alcalina ajuda na luta contra o câncer (especialmente de próstata e câncer de mama), reforça o estômago, rins, coração, olhos, cérebro e órgãos sexuais.

Mas, sabores e benefícios à parte, o caldo de cana leva a uma reflexão sobre o que significou a cana-de-açúcar para o Brasil e o que ela representa hoje para o país, para Mato Grosso e para nossa região.

História e economia

Região sudoeste do estado é grande produtora de cana-de-açúcar.

O ciclo do açúcar – ou ciclo da cana-de-açúcar – foi um período da história do Brasil Colônia compreendido entre meados do século XVI e meados do século XVIII. O açúcar representou a primeira grande riqueza agrícola e industrial do Brasil e, durante muito tempo, foi a base da economia colonial e uma das maiores atividades econômicas do mundo ocidental.

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Até hoje a cana-de-açúcar encabeça um importante segmento da economia brasileira, perfazendo uma grande cadeia.

O agronegócio sucroalcooleiro fatura, direta e indiretamente, cerca de R$ 40 bilhões por ano, o que corresponde a aproximadamente 2,35% do PIB nacional. É, também, um dos setores que mais empregam no país, com mais de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos, e reúne mais de 72.000 agricultores.

Região polarizada por Tangará da Serra conta com quatro grandes usinas de açúcar e álcool.

Na última safra, Mato Grosso somou mais de 260 mil hectares de lavoura canavieira, com uma produtividade média de 78 toneladas/hectare, totalizando 20 milhões de toneladas e um valor de produção de R$ 1,5 bilhão, segundo dados do IBGE. Toda a cadeia da cana-de-açúcar no estado gera cerca 30 mil postos de trabalho.

Na região, as lavouras canavieiras fornecem a matéria prima para a produção de açúcar, etanol, álcool gel e, também, energia elétrica a partir da biomassa da cana.

Neste rico segmento, os destaques são as plantas industriais das usinas Uisa, em Nova Olímpia (a maior usina de álcool e açúcar do Centro Oeste do Brasil); a Barralcool, em Barra do Bugres; a Coprodia, em Campo Novo do Parecis; e a Libra, em São José do Rio Claro.

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