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Cidades & Geral

Agressores responderão por tortura e devem pegar até 8 anos; PJC cogita 3º agressor

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Os dois jovens que agrediram brutalmente um mecânico por uma dívida de R$ 500, quinta-feira da semana passada, e ainda filmaram e compartilharam as imagens pelas redes sociais, responderão por crime de tortura e deverão ser punidos com reclusão de dois a oito anos.

A informação é do delegado Adil Pinheiro, que preside o inquérito e efetuou a prisão da dupla, após o juízo da 2ª Vara Criminal de Tangará da Serra atender a pedido de prisão preventiva dos agressores.

O delegado considera a possibilidade de haver um terceiro envolvido na brutalidade, segundo informado pela vítima, que já manteve contato com a polícia para ser submetido a exame de corpo de delito. Os infratores, porém, não informaram sobre a participação de uma terceira pessoa no crime.

De cabelo raspado para dificultar identificação, Gustavo foi preso nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, em Cuiabá.

Em entrevista à imprensa, Adil Pinheiro informou que o primeiro infrator a ser preso foi o autor da filmagem, Jhony Marlon Camargo de Souza, numa fazenda localizada a 35 quilômetros de Tangará da Serra, no sentido a Campo Novo do Parecis. Ele foi pego pelos policiais quando ainda dormia e não ofereceu resistência. Com o infrator foi encontrada uma quantia de R$ 2 mil em dinheiro, o que pode indicar sua intenção de fuga para outra localidade. Ele, que está recolhido à cela do CISC de Tangará da Serra, irá depor ainda hoje na presença de seu advogado.

Jhony Marlon, o comparsa, filmou as agressões. Foi preso enquanto dormia.

Já o autor das agressões, Gustavo Henrique Albanez, de apenas 20 anos, já tem passagem anterior pela polícia por outras infrações. Ele foi preso num hotel localizado na avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, após informações repassadas por populares sobre sua presença no estabelecimento. Ele estava com o cabelo raspado numa tentativa de não ser reconhecido. A polícia desconfia que Gustavo preparava fuga para outra localidade.

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Corrigindo informação do Enfoque Business em matéria anterior, Gustavo ainda se encontra em Cuiabá, onde já prestou depoimento. Ele deverá ser recambiado para Tangará da Serra ainda nesta semana, sendo recolhido ao Centro de Detenção Provisória (CDP), onde ficará à disposição da Justiça.

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Cidades & Geral

Brasnorte: Ação na Justiça requer devolução de área e indenização de R$ 10 milhões da JBS

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O não cumprimento de um acordo entre uma indústria frigorífica e o município de Brasnorte (600 km de Cuiabá) está resultando numa batalha judicial. O município de Brasnorte entrou com uma ação contra a JBS para revogação de doação com pedido de reversão do imóvel.

O motivo seria o não cumprimento de atividade econômica de um frigorífico instalado pela empresa, que estaria operando com apenas 10% da capacidade, frustrando as expectativas do município de fomento à economia quando da doação da área.

Segundo o prefeito de Brasnorte, Edelo Marcelo Ferrari, a verdadeira intenção do pedido é que o frigorífico cumpra sua finalidade.

A ação inclui, ainda, multa de R$ 500 mil reais e R$ 10 milhões em indenizações por danos morais.

Segundo o prefeito de Brasnorte, Edelo Marcelo Ferrari (DEM), a verdadeira intenção do pedido é que o frigorífico cumpra sua finalidade, que é de realizar os abates previstos, gerar emprego e trazer renda para o município. “Nós também temos muito dinheiro investido naquela área, tendo em vista que o município fez toda a terraplanagem além da doação do terreno. Então, mais do que justo seria funcionar e isso não está acontecendo”, explica Ferrari.

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Desapontamento

Para o presidente do Sindicato Rural de Brasnorte, Cleber José dos Santos Silva, a classe produtora está muito desapontada com a subutilização da planta instalada no município e concorda com a ação imposta pela prefeitura para o cumprimento do TAC. “Hoje nós temos uma pecuária maior e mais forte, fartura de pasto – com a integração de agricultura e pecuária, temos mais de 400 mil cabeças de gado e condições para instalar grandes frigoríficos e confinamentos porque temos uma abundância de grãos dentro do nosso município. Então nós cobramos que haja a responsabilidade do frigorífico de cumprir com este compromisso que ele tem com nosso município ou então deixar a oportunidade para que outras empresas possam explorar o potencial que temos aqui em Brasnorte”, esclareceu Cleber.

(Fonte: Agronews; foto: prefeitura de Brasnorte)

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