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Infraestrutura & Logística

Aeroporto Regional de Tangará da Serra finalmente terá edital de licitação publicado

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Depois de muitos ajustes no projeto e nas planilhas de custos, o governo do Estado de Mato Grosso terá, finalmente, a autorização para lançar o edital de licitação das obras do aeroporto regional de Tangará da Serra.

Com o projeto e planilhas de custos aprovadas, a autorização será concedida pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), do governo federal. A confirmação, à redação do EB, é do secretário municipal de Indústria, Comércio e Serviços, Sílvio Sommavilla.

O valor final orçado das obras é de R$ 8.590.249,81, recursos estes com origem no Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), com 60% de contrapartida do estado  – através da Secretaria de Estado de Infraestrutura/Departamento de Desenvolvimento de Modais – e participação do município.

As obras incluem drenagem, terraplanagem, pavimentação/recapeamento da pista (com dimensão em 1.500m x 30m), sinalização, sede administrativa, iluminação do pátio, biruta iluminada, PAPI (sistema de iluminação instalado ao lado da pista que indica aos pilotos em aproximação se estão na altitude correta para o pouso), farol rotativo e outros serviços preliminares, perfazendo a reforma e ampliação da unidade aeroportuária. Também haverá construção de novo pátio de aeronaves com mais de 15 mil metros quadrados e nova taxiway, com estrutura de pavimento para jatos de maior porte.

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Não há informações oficiais sobre a previsão de data, mas o governo do Estado deverá, provavelmente, após a confirmação oficial da SAC, publicar o edital em até 45 dias.

Importância estratégica

Considerado como fundamental instrumento de logística para impulsionar a economia do município, o aeroporto municipal – que leva o nome do pioneiro e fundador do município Joaquim Aderaldo de Souza – tem importância estratégica para toda a região polarizada por Tangará da Serra, que inclui cerca de 20 municípios que, juntos, somam 400 mil habitantes e um PIB que gira em torno dos R$ 20 bilhões. Com melhor estruturação física, o aeroporto servirá, especialmente, de atrativo para investimentos privados no município.

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Infraestrutura & Logística

Estradas: MTs 339 e 480 recebem trabalhos de manutenção e drenagem de águas pluviais

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As rodovias estaduais MT-339 e MT-480 recebem desde a semana passada trabalhos de melhoramentos. Enquanto na 480 os trabalhos consistem em reparos na pista (tapa-buracos) e manutenção dos taludes do trecho na serra, na 339 são instalados dispositivos de escoamento de águas e reforço nas laterais da estrada, com hidrossemeadura.

Dispositivos de escoamento de águas pluviais são instalados na MT-339.

Segundo informou o coordenador dos trabalhos, Edilson Sampaio, as obras de pavimentação da MT-339 estão paralisadas temporariamente em razão do período chuvoso. “Mas estamos aproveitando essa pausa para implementar algumas melhorias para o escoamento das águas das chuvas e outros trabalhos importantes para a qualidade da obra”, disse.

Edilson Sampaio (dir) coordena os trabalhos nas MT-339 e 480.

As obras da MT-339 estão em bom estágio, com pavimentação até a localidade da Curva da Santa, região do Assentamento Antônio Conselheiro, num total pavimentado de 23,5 quilômetros. A próxima etapa, após o período chuvoso, é seguir com os trabalhos de pavimentação até a ponte sobre o rio Sepotuba, na localidade de Nova Fernandópolis.

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Recuperação

Já na MT-480, que liga Tangará da Serra ao distrito de Deciolândia, os trabalhos são de manutenção da pista. Uma equipe coordenada pela Associação dos Produtores – entidade conveniada com o governo do Estado – realiza trabalhos de tapa-buracos, com fresa e selagem (foto acima).

Também há trabalhos preventivos nos taludes da serra, onde houve processos erosivos em razão das fortes chuvas, no final do ano passado.

Segundo Edilson Sampaio, os trabalhos realizados na serra são de reconformação (foto acima), técnica empregada para estabilização estrutural e que envolvem limpeza, revegetação, drenagem, instalação de canaletas, instalação de lonas, entre outras intervenções. “O objetivo é manter a estabilidade do trecho até que seja aplicada uma cortina atirantada, que é a solução definitiva”, finalizou.

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