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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: ‘Vaca louca’ atípica, exportações, democracia e entrevistas são destaques

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O Momento Agrícola deste sábado (11.09) traz assuntos importantes sobre pecuária e exportações de carnes brasileiras, além de entrevistas sobre temas relevantes.

O programa é produzido e apresentado pelo produtor rural, engenheiro agrônomo e consultor Ricardo Arioli e transmitido pela rede de rádios do agro aos sábados. É, também, repercutido em formato de matéria jornalística pelo Enfoque Business, com o link da Soundcloud ao final do texto.

Casos atípicos

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) finalizou no início dessa semana as análises dos dois casos de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB – mal da vaca louca) ocorridos em frigoríficos de Nova Canaã do Norte (MT) e Belo Horizonte.

As duas ocorrências foram classificadas como ‘atípicas’, ou seja, não representam risco para a cadeia de produção de carne bovina e derivados do país.

Segundo o Mapa, o mal da vaca louca – como esses dois casos atípicos registrados – ocorre de maneira espontânea e esporádica e não está relacionado à ingestão de alimentos contaminados.

O Momento Agrícola, através de Ricardo Arioli, traz uma análise sobre o assunto, estabelecendo um paralelo com as exportações brasileiras de carne.

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Carne suína

Outra notícia comentada nessa edição do Momento Agrícola diz respeito às exportações de carnes e processados suínos.

Levantamento realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indica que as exportações brasileiras de carne suína, considerando produtos in natura e processados, mantiveram alta de 11,53% em volumes entre janeiro e agosto de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado.

A entidade aponta um total de 756,5 mil toneladas embarcadas entre janeiro e agosto deste ano, contra 678,3 mil toneladas em 2020.

Frango

O Momento Agrícola também comenta uma notícia importante para avicultura brasileira. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), nesse ano o Brasil retornou à posição de segundo maior produtor mundial de carne de frango depois de, no biênio 2019/2020, perder o lugar para a China. O posto, segundo o USDA, deverá ser mantido pelo Brasil em 2022.

Para aquele órgão, em 2021 a produção brasileira de carne de frango registra aumento anual de 3,39%, com isso chegando aos 14,350 milhões de toneladas. Já a produção da China tende a recuar cerca de 4% no ano, não passando dos 14 milhões de toneladas.

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Outras

Além das notícias comentadas, Ricardo Arioli traz no Momento Agrícola deste sábado matérias especiais a partir do segundo bloco. Os temas abordados são “O Som da Democracia”; “O Projeto Campo Futuro”, com Renato Ribeiro, do CEPEA; e, no bloco 4, “O Quem Vem por Aí no Aluguel de Máquinas”.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo:

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Agronegócio & Produção

Momento Agrícola: Impacto no feijão, custos do milho, seguro e entrevistas são destaques

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O impacto da estiagem e das geadas na produção de feijão, o aumento dos custos na produção do milho, o potássio pela braquiária, proteção contra as quedas nos preços, novidades no FCO e os combustíveis.

Estes são os principais destaques do Momento Agrícola deste sábado (18). De autoria do produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Aioli, o programa é veiculado aos sábados pela Rede de Rádios do Agro e repercutido em forma de notícias e com o link do Soundcloud pelo Enfoque Business (ao final do texto), também aos finais de semana.

Feijão

O Momento Agrícola começa a edição deste sábado (18) expondo uma realidade que certamente irá refletir no bolso do consumidor.

O estado de São Paulo registrou sua pior estiagem em 91 anos, com a redução de área indicando a menor produção da década. E, com a estiagem vieram as geadas. Combinadas, estas duas condições climáticas fizerem com que praticamente todo feijão ou foi plantado ou replantado após as geadas de julho e junho.

Produção reduzida deverá se refletir no preço final ao consumidor, evidentemente com altas.

As informações são do Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijões e Pulses), acrescentando que, se o mercado atual está calmo, com menor volume de negócios, o “cenário que está se formando no horizonte agita o setor”. Assim, a produção reduzida deverá se refletir no preço final ao consumidor, evidentemente com altas.

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A entidade explica que o polo de produção de São Paulo agora no segundo semestre é o sudoeste do estado: “A situação de preços comparativos de soja com feijão levou novamente à redução de área daquela região. No ano passado, estima-se que foi plantado ao redor de no máximo 30 mil ha. A área que menos diminuiu foi da Holambra, onde no ano passado foi plantado ao redor de 18.000 ha e este ano pode ter reduzido cerca de 10%”, consta em relatório do instituto.

Milho

Analistas apontam que os custos da produção de milho no Brasil subiram mais que os preços. Mesmo neste cenário atual, ressaltam os especialistas, a lucratividade ainda é boa e é isso o que realmente importa.

De acordo com os analistas de mercado, o momento de maior lucratividade da safra 2020/21 já passou – foi no mês de novembro de 2020. Isso é o que se pode constatar da análise dos gráficos de acompanhamento que os técnicos de empresas especializadas fazem da relação entre os custos de produção e os preços de mercado pelos últimos 12 meses.

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Há, ainda, cenários internacionais que afetam os custos do grão, conforme abordado por Ricardo Arioli no primeiro bloco do programa.

Seguro de queda

Diante de todas estas oscilações e eventos do mercado, o produtor precisa se precaver. “Talvez seja a hora de pensar em se proteger de eventuais quedas dos preços do milho da safra 2022 com as ferramentas disponíveis nas bolsas de mercadorias”, observa Ricardo Arioli.

Ele se refere a uma opção importante, que permite contratar um preço mínimo e seguir participando das altas do mercado. Trata-se do seguro de queda. “Como todo seguro, há custo. Chame seu corretor e faça as contas para ver se vale a pena”, sugere.

Outras

Há várias outras abordagens no Momento Agrícola desse final de semana, todas de alta relevância para o produtor rural. Uma delas diz respeito ao potássio inserido no solo pela braquiária, segundo explica Arioli, ainda no primeiro bloco do programa.

E há as entrevistas, no terceiro e no quarto blocos. Com Seneri Paludo, Arioli discorre sobre as ‘Novidades do FCO’, no terceiro bloco. Na sequência, a atração é o tema “O Que Vem por Aí nos Combustíveis”, com Décio Gazzoni, da Embrapa.

Para ouvir o Momento Agrícola na íntegra, clique abaixo:

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