conecte-se conosco

Empresas & Produtos

TratorTecMaq e Indústrias Colombo: Parceria de quase 20 anos para atender sudoeste de Mato Grosso

Publicado

A TratorTecMaq recebeu na última semana a visita de representantes das unidades AEMCO, COTRAME e Fundição Colombo, do grupo Indústrias Reunidas Colombo, com sede em Pindorama-SP. O gerente comercial Rogério Matioli e o representante comercial em Mato Grosso, José Campos, foram recepcionados na última semana pelo diretor-proprietário da empresa tangaraense, Alfredo Acácio Nuernberg.

Os representantes do grupo paulista percorreram nos últimos dias os principais clientes do estado. Com a TratorTecMaq, mantém uma parceria que se aproxima dos 20 anos, alcançando resultados altamente positivos. “Enaltecemos essa parceria aqui em Mato Grosso. Neste trabalho junto aos nossos parceiros, avaliamos como estão nossas marcas no mercado e já projetamos o ano de 2020”, disse Rogério Matioli.

Nuernberg, Campos e Matioli: TratorTecMaq conta com amplo estoque dos produtos do grupo industrial paulista.

Segundo ele, o sucesso na região sudoeste do estado resulta da soma da credibilidade da TratorTecMaq com a qualidade superior dos produtos do grupo industrial paulista. “Nossos produtos são originais e primamos pela qualidade”, acrescentou o gerente comercial, destacando que o grupo exporta para 74 países.

Leia mais:  Fermat inaugura nova loja de 2.000 m² em Tangará da Serra

Com uma história de 37 anos e focada no segmento de máquinas e componentes agrícolas, a Indústrias Reunidas Colombo conta com uma estrutura de 20.000 m² de área construída, dividida em quatro unidades fabris: MIAC (máquinas e implementos agrícolas), AEMCO, COTRAME e Fundição Colombo, gerando cerca de 700 empregos diretos.

(*) Assista aos vídeos ao final da matéria

A Fundição Colombo atende o mercado com fundidos para terceiros, com destaque para cinzento, nodular e nodular com tratamento ADI. Já a AEMCO atende montadoras de máquinas agrícolas e também o varejo com componentes. É líder no segmento ao responder por 80% do mercado nacional.

A COTRAME, por sua vez, atende o mercado de montadoras e de varejo com cruzetas agrícolas e automotivas, além de juntas, cardans e terminais agrícolas, caixas de transmissão, cilindros hidráulicos, engates e martelos para trinchas.

No exterior, a Indústrias Reunidas Colombo possui duas empresas de apoio comercial e técnico, sendo uma nos Estados Unidos (Colombo Norte América) e outra na Argentina (Colombo Argentina).

(*) Assista aos vídeos abaixo:

Leia mais:  TratorTecMaq comercializa semeadeira para grão miúdo da Picetti em Tangará da Serra e região

publicidade

Empresas & Produtos

Uisa, de Nova Olímpia, projeta diversificação para etanol de milho, nutrição animal e biogás

Publicado

Reestruturada, renovada e pronta para ampliar seus negócios. Esta é a Uisa, que a maioria da população regional ainda conhece por Usinas Itamarati. Tem sido assim desde 1980, quando a usina foi fundada, em 1980, no município de Nova Olímpia, em pleno interior de Mato Grosso, pelo célebre e saudoso (junho/2015) empreendedor Olacyr Francisco de Moraes.

Lá se vão 40 anos de história e participação na vida de muitas famílias, moradoras da região e vindas de outras cidades e, até mesmo, de fora do estado.

Ao longo destas quatro décadas de operação no setor sucroenergético, a empresa enfrentou altos e baixos. Mas sobreviveu e, hoje, altiva, segue o rumo de uma nova e próspera fase.

Hoje, a Uisa vislumbra diversificar suas atividades. Vai manter suas lavouras de cana, que fornecem matéria-prima para suas produções de açúcar e etanol e ainda proporcionam geração de energia a partir do bagaço. E vai, a partir de 2021, partir para produção de etanol de milho, DDGS, levedura e biogás. Além disso, vai partir pro fortalecimento de sua participação no varejo para a venda dos seus próprios produtos.

Usina possui capacidade de produção através de moagem de até 6,3 milhões de toneladas no período de safra.

No site institucional da empresa consta que a Uisa tem como mercado vocacional as regiões Centro-Oeste e Norte do País. O açúcar é comercializando através de quatro centros de distribuição, enquanto o etanol produzido é escoado para os estados de Rondônia, Amazonas, Acre, além de abastecer o mercado interno de Mato Grosso.

Com 84,4 mil hectares de terras próprias, a usina apresenta diferenciais no mercado no qual atua. Possui capacidade de produção através de moagem de até 6,3 milhões de toneladas no período de safra e mantém e o comprometimento com a entrega do produto.

O transporte do açúcar para as regiões Norte e Centro-Oeste é realizado através de um sistema modal misto (rodoviário e fluvial), exigindo uma logística complexa principalmente em direção ao Amazonas, Amapá e Pará, em que utiliza os rios Madeira, Amazonas e Tapajós.

Leia mais:  TratorTecMaq comercializa semeadeira para grão miúdo da Picetti em Tangará da Serra e região

Diversificação

O Enfoque Business reproduz matéria sobre a nova fase da Uisa publicada pelo portal CanaOnline (www.canaonline.com.br), importante plataforma digital do setor sucroenergético brasileiro.

O texto, na íntegra:

Como a Uisa, ex-Usinas Itamarati, se prepara para se tornar a maior biorrefinaria do Brasil

A empresa não quer mais ser produtora de apenas uma matéria-prima, a cana-de-açúcar, mas de outras tantas cadeias possíveis.

Diversificação é a palavra que irá reger o futuro das operações da Uisa, o novo nome da Usinas Itamarati, localizada em Nova Olímpia, um município do interior do Mato Grosso. Anteriormente produtora de açúcar, etanol e bioeletricidade, a companhia passa agora a incorporar outras matérias-primas, agregando valor e gerando produtos para diversos outros segmentos, como o alimentício e o industrial.

Projeto de transformação da antiga Usinas Itamarati em biorrefinaria se dará por meio de quatro investimentos distintos.

O diretor-financeiro de Novos Negócios da Uisa, José Fernando Mazuca Filho, explica que o objetivo é transformar a usina em uma biorrefinaria. “Não queremos mais ser produtores de apenas uma matéria-prima, a cana-de-açúcar, mas de outras tantas cadeias possíveis.”

Mazuca explica que o projeto de transformação da antiga Usinas Itamarati em biorrefinaria se dará por meio de quatro investimentos distintos. O primeiro deles é a planta para secagem de levedura, que deverá ser iniciada em meados de 2021. Os produtores de suínos, aves e pecuaristas do Mato Grosso, onde está localizado o maior rebanho bovino do Brasil, serão os maiores clientes dessa nova linha de produtos.

Com 84,4 mil hectares de terras próprias, a usina apresenta diferenciais no mercado no qual atua.
Foto: Leandro Fonseca

O segundo investimento é a criação de uma planta anexa à indústria para processamento de etanol a partir do milho, matéria-prima abundante no Centro-Oeste brasileiro. “Estamos no foco da produção do cereal do Mato Grosso. Enquanto o produto é vendido a R$ 37 em Campinas/SP, aqui está R$ 25.” O Mato Grosso exporta cerca de 16 milhões de toneladas de milho. Deste montante, 10 milhões transitam pela bacia Centro Sudeste, que passa na “porta da usina”. “Por conta disso, conseguimos captar essa matéria-prima de uma forma muito competitiva.”

Leia mais:  Triturador Ecotritus, da Himev: Eficiência, economia, ganho de tempo e eliminação de queimadas

Com previsão de inauguração para 2021, essa planta demandará um investimento de cerca de R$ 190 milhões. Num processo simultâneo, a Uisa passará também a fabricar o DDGS (grãos secos por destilação, na sigla em inglês), um concentrado proteico que substitui os farelos de soja e de milho na alimentação de animais. A oferta de DDG compõe um dos novos negócios da Uisa: a nutrição animal. Futuramente, há expectativa de utilizar essa planta para produção de óleo de milho e captura de CO² para fornecimento às indústrias (fabricantes de bebidas e especialidades químicas).

José Fernando Mazuca Filho: “Além de quatro investimentos principais, temos outros três projetos no âmbito estratégico”.

Uma planta de biogás, feito pela biodigestão de resíduos do processamento da cana e de outras matérias-primas de indústrias da região, é o terceiro investimento a ser realizado pela Uisa. O biogás poderá ser utilizado em duas rotas distintas: queima em motor para geração de energia elétrica e purificação para transformação em biometano a ser usado na frota diesel. Por último, entra o investimento em cogeração. A Uisa pretende ampliar sua capacidade de exportação dos atuais 14 megawatts-hora (MWh) para 60 MWh.

“Além desses quatro investimentos principais, temos outros três projetos no âmbito estratégico. O primeiro deles é participar na distribuição de combustível no Centro-Oeste. Já atuamos junto ao consumidor final no mercado de açúcar. Hoje, 80% da receita com esse produto vem do varejo. O segundo é participação na cadeia de nutrição animal, que se dará por meio de venda a qualquer indexador de bolsa ou de forma ordenada a produtores da região. Por último, devemos adotar um conceito americano chamado de “over defense”, que consiste na preparação de um ecossistema interno para receber indústrias que tenham interesse em nossas matérias-primas”, explica Mazuca Filho.

O diretor financeiro de novos negócios da Uisa destaca que a implantação desses projetos qualificará a companhia como a maior biorrefinaria do Brasil. “Diversificação e agregação de valor é a palavra dos próximos anos para buscar margem e retomar a competitividade.”

(*) Para ler a publicação original, acesse o link abaixo:

http://www.canaonline.com.br/conteudo/como-a-uisa-ex-usinas-itamarati-se-prepara-para-se-tornar-a-maior-biorrefinaria-do-brasil.html

Continue lendo

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana